Motivos para ter criado o Blog:

Mi foto
Eu criei este Blog pra levar a Palavra de Deus a toda criatura. (Marcos 16; 15) Obs.: É por meio deste Blog que eu estou publicando os Estudos que já havia enviado aos meus amigos por e-mail, e aos que não viram todos, aqui terão acesso a eles; pois também foi pelo aumento na demanda de pessoas nos grupos de e-mail que criei o blog. Eu já publiquei os novos, após publicar os anteriores." A Palavra de Deus se renova a cada manhã!", "O céu e a terra passarão, mas as minhas Palavras não hão de passar. - Mateus 24; 35" Um outro motivo pra o blog existir foi por causa de alguns amigos que me incentivaram/estimularam e ajudaram pra que essa idéia se concretizasse e por meio dela, muitas almas sejam alcançadas. Aproveitem este espaço pra conhecer um pouco mais da Palavra de Deus e me ensinar também! Obs.: “Muitas das mensagens que postei fui eu quem “escreveu”, utilizando a Palavra de Deus; e as que não fui eu que “escrevi” completamente ou complementei, procurei citar o nome do autor, e alguns que não coloquei foi por não saber quem é!” Este Blog só existe pra levar a Mensagem do Sofrimento de Jesus na Cruz, que foi por Amor a mim e a você! E não para qualquer outro propósito!

"Mas importa que o Evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações."

Marcos 13;10


lunes, 12 de diciembre de 2016

Bíblia- arma que dá vida ao morto!




Amados, ontem (2º domingo de Dezembro) foi celebrado o Dia da Bíblia!

O Dia da Bíblia foi criado em 1549, na Grã-Bretanha, que incluiu a data no livro de orações do Rei Eduardo VI. O Dia da Bíblia é um dia especial, e foi criado para que a população intercedesse em favor da leitura da Bíblia. No Brasil a data começou a ser celebrada em 1850, quando chegaram da Europa e EUA os primeiros missionários cristãos evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil, em 1948, no Monumento do Ipiranga, em São Paulo (SP).

E, graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela SBB, o Dia da Bíblia passou a ser comemorado não só no segundo domingo de dezembro, mas também ao longo de toda a semana que antecede a data. Desde dezembro de 2001, essa comemoração tão especial passou a integrar o calendário oficial do país, graças à Lei Federal 10.335, que instituiu a celebração do Dia da Bíblia em todo o território nacional.
SBB


A Bíblia é a Palavra de Deus, é a voz do Senhor (ontem, hoje e sempre); é nEla que encontramos respostas, aprendemos que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, e que só através dEle (único mediador entre Deus e os homens) podemos atingir a estatura da perfeição e encontrar com o nosso Criador naquele Dia!

João 14; 6: Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

1 Timóteo 2; 5 e 6: Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.

Efésios 4; 13: Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo.


Como disse no tema, ela é uma ‘arma’ que dá vida ao que estiver morto espiritualmente, pois ao lê-la com a ajuda do Espírito Santo, não só irá compreendê-la, bem como irá AMÁ-LA e guardá-la em seu coração para não mais pecar.

A Bíblia não é religião, ela é a Palavra do Deus Vivo, é a Verdade Absoluta! O Evangelho de Cristo é Poder de Deus! A Palavra de Deus produz Vida em Abundância (Salvação de Almas)!

Salmos 119; 11: Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.

Romanos 1; 16: Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.

1 Coríntios 2; 5: Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. 


João 10; 10: O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.


Eu como cristã que sou, AMO as Sagradas Escrituras e através deste Blog declaro o meu Amor à Bíblia Sagrada, Palavra de meu Deus; que é poderosa, pois tudo que nEla está escrito é Verdadeiro!

Salmos 119; 89-106: Para sempre, ó Senhor, a tua palavra permanece no céu. A tua fidelidade dura de geração em geração; tu firmaste a terra, e ela permanece firme. Eles continuam até ao dia de hoje, segundo as tuas ordenações; porque todos são teus servos. Se a tua lei não fora toda a minha recreação, há muito que pereceria na minha aflição. Nunca me esquecerei dos teus preceitos; pois por eles me tens vivificado. Sou teu, salva-me; pois tenho buscado os teus preceitos. Os ímpios me esperam para me destruírem, mas eu considerarei os teus testemunhos. Tenho visto fim a toda a perfeição, mas o teu mandamento é amplíssimo. Oh! quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia. Tu, pelos teus mandamentos, me fazes mais sábio do que os meus inimigos; pois estão sempre comigo. Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação. Entendo mais do que os antigos; porque guardo os teus preceitos. Desviei os meus pés de todo caminho mau, para guardar a tua palavra. Não me apartei dos teus juízos, pois tu me ensinaste. Oh! quão doces são as tuas palavras ao meu paladar, mais doces do que o mel à minha boca. Pelos teus mandamentos alcancei entendimento; por isso odeio todo falso caminho. Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho. Jurei, e o cumprirei, que guardarei os teus justos juízos.

Salmos 42; 1-2: Assim como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?


Queridos, não podemos lê-la de forma automática, vazia e muito menos por obrigação. Conscientizemos-nos que precisamos desta bússola que nos orienta o caminho para o céu. Precisamos lê-la cuidadosamente, meditando nela, pois Deus fala conosco através de sua Palavra. Façamos leituras das Sagradas Escrituras de forma prazerosa e cotidiana, pois ela alimenta a nossa alma e nos aproxima do nosso Criador. Não só a leiamos, bem como, a guardemos em nossos corações e a obedeçamos, pois aquele que obedece às Palavras do Senhor é seu amigo e um dia o verá face a face.

Neemias 8; 8: E leram no livro, na lei de Deus; e declarando, e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse.


João 15; 14: Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.

1 Coríntios 13; 12 e 13: Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.


(Quem quer ler, não coloca empecilhos, porém se esforça; mesmo em países onde é proibido e punido até com a morte quem portar uma Bíblia, há pessoas que a tem deste tamanho para que não as privem de lê-la.)


Prezados, desde que Deus escreveu nas tábuas os 10 mandamentos e as entregou a Moisés (1445-14005 a.C.), cujo é o autor do Pentateuco (os 5 livros da Lei), ou seja, muito antes da 1ª vinda de Cristo até mais de um milênio atrás não era possível termos a Bíblia Sagrada como conhecemos hoje (todos os livros em um só, por isso que seu nome é Bíblia, pois é uma Biblioteca portátil), muito menos acessá-la facilmente pela internet. Nos tempos antigos, as pessoas não tinha acesso à Palavra do Senhor dentro de suas casas, elas precisavam viajar por muitos dias até chegar ao Templo e ouvir a leitura da Palavra de Deus, que estava escrita em forma de rolos nos papiros ou pergaminhos. Só a partir da Septuaginta (LXX - entre o século III a.C. e o século I a.C.) que a Bíblia começou a ser traduzida do hebraico para o grego e posteriormente para outros idiomas; dialetos, Braille (tempos recentes)...

Foi por a igreja católica monopolizar o acesso às Escrituras Sagradas para ensinar deturpadamente (inserindo livros *apócrifos, ou seja, não inspirados por Deus) aos seus fieis e manipulá-los conforme os seus interesses; que no início do século XVI, Lutero (e vários reformadores que traduziram a Bíblia a partir do latim para línguas nacionais) deu  inicio a reforma protestante, cuja facilitou o acesso à Palavra de Deus por diversas pessoas de vários países do mundo, por meio de Missionários que Deus levantou em várias épocas para saírem de seus países e cruzarem fronteiras até lugares que jamais ouviram falar, como foi no Brasil, que em 1911 foi fundada a 1ª IEAD (Igreja Evangélica Assembleia de Deus) com a chegada dos Missionários (Gunnar Vingren e Daniel Berg) no Estado do Pará, até os dias atuais todos tem obedecido ao IDE do Senhor.

Hoje a Bíblia está na internet e pessoas que estão em países que não permitem a pregação do Evangelho de Cristo, também podem conhecê-lo, Amá-lo e Adorá-lo! E é para alcançar essas almas que este Blog existe, para levar um pouco de alimento espiritual para todos quantos o acessarem.


Queridos, aqui eu encerro o meu texto; abaixo seguem as pesquisas que fiz para ratificar a minha compreensão com base genuinamente Bíblica acerca de cada ponto, refutando-os. Lembremo-nos que a Bíblia é divinamente inspirada, e o que passar disto é heresia (não se pode acrescentar ou retirar nada do quê nEla está escrito); uma vez que Deus passou cerca de 400 anos em silêncio, e foi nesta faixa de tempo que ‘acharam’ que poderiam adicionar livros e/ou textos à Bíblia (já nisto mostram a desobediência que lhes é característica, em adicionar pensamentos de terceiros a uma obra fechada (cada livro da Bíblia), Obra do Deus Criador. Isto é rebeldia, ou seja, PECADO!), cujos textos não corroboram com os ensinamentos de Jesus, muito pelo contrário, distorcem e se contradizem, pois não há base que confirme suas alegações, ou seja são HERESIAS.

2 Timóteo 3; 16 e 17: Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.


Mateus 5; 17 e 18: Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido.

Deuteronômio 4; 2: Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor vosso Deus, que eu vos mando.

Apocalipses 22; 18 e 19: Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.


Leiam as pesquisas abaixo com atenção para não se confundirem, pois há dados históricos bem interessantes, porém ao mesmo tempo em que o autor fala do nosso ponto de vista (base Bíblica), ele também fala do contrário (heresias). Então vigiem e não digam que eu ratifiquei tudo que está escrito abaixo; cujos são dados para pesquisa, pois não podemos ser ignorantes como eles (ímpios) pensam que somos; precisamos saber de dados históricos concernentes a tudo que envolve a nossa fé, para que não fiquemos como bobos quando nos indagarem, pois eles nos indagam mesmo e querem nos ver constrangidos, e é isso que acontece quando não se está preparado (espiritualmente, intelectualmente e emocionalmente).



·        Tradução da Bíblia


A Bíblia tem sido traduzida em muitos idiomas a partir do hebraico e do grego. A primeira tradução da Bíblia hebraica foi para o grego, a Septuaginta (LXX), que mais tarde se tornou o textus receptus do Antigo Testamento na Igreja e na base do seu cânon. A Vulgatalatina por São Jerônimo foi baseada no hebraico para esses livros da Bíblia preservados no cânone judaico (o que se refletiu no Texto Massorético), e sobre o texto grego para o resto.

Outras traduções judéias antigas, tais como o Targum aramaico, escrito conforme o Texto Massorético da Bíblia hebraica, e todas as traduções medievais e modernas judaicas são baseados nos mesmos. Traduções cristãs também tendem a ser desenvolvidas com base no hebraico, embora algumas denominações prefiram a Septuaginta (ou citem escritos variantes de ambos). Traduções bíblicas incorporando a crítica textual moderna geralmente começam com o Texto Massorético, mas também levam em conta todas variáveis de todas as versões antigas. O texto original do Novo Testamento cristão está em grego koiné,[1] e quase todas as traduções são baseadas mediante o texto grego.

A Vulgata latina era dominante no cristianismo através da Idade Média. Desde então, a Bíblia foi traduzida em muitos mais idiomas. As traduções inglesas da Bíblia, em especial, têm uma história rica e variada de mais de um milênio.


A Bíblia foi escrita em hebraico, aramaico e grego. Os materiais mais usados foram o papiro e o pergaminho, que na época eram bastantes populares.

·        Etimologia da Palavra Bíblia


A origem da palavra bible (bíblia) é remota. A forma mais antiga de livro de que se tem notícia era um rolo de papiro, planta abundante às margens do rio Nilo, usada pelos antigos egípcios, gregos e romanos para escrever. A palavra grega para papiro é biblos, derivada do nome do porto fenício de Biblos (atual Jubayl / Líbano), através do qual o papiro era largamente exportado. O plural de biblos em grego era ta biblía, que significava literalmente 'os livros', e que acabou entrando para o latim eclesiástico para designar o conjunto de livros sagrados que compõem a Bíblia. Porém a palavra Bíblia não é mencionada em nenhum trecho dos escritos bíblicos, e sim as expressões: As Escrituras, O Livro, Sagradas Letras, Sagradas Escrituras.


·        Os Rolos


Um livro nos tempos antigos constava de uma simples tira de papiro ou de pergaminho, que usualmente se conservava enrolado em duas varas - e se desenrolava quando qualquer pessoa desejava lê-lo. Era conhecido como rolo ou pergaminho. Na bíblia encontramos a palavra rolo em:

Salmos 40; 7: Então disse: Eis aqui venho; no rolo do livro de mim está escrito.

Jeremias 36; 2-32: Toma o rolo de um livro, e escreve nele todas as palavras que te tenho falado de Israel, e de Judá, e de todas as nações, desde o dia em que eu te falei, desde os dias de Josias até ao dia de hoje. ...

Ezequiel 2; 9: Então vi, e eis que uma mão se estendia para mim, e eis que nela havia um rolo de livro.

Ezequiel 3; 1-3: Depois me disse: Filho do homem, come o que achares; come este rolo, e vai, fala à casa de Israel. Então abri a minha boca, e me deu a comer o rolo. E disse-me: Filho do homem, dá de comer ao teu ventre, e enche as tuas entranhas deste rolo que eu te dou. Então o comi, e era na minha boca doce como o mel.

Zacarias 5; 1-2: E outra vez levantei os meus olhos, e vi, e eis um rolo volante. E disse-me o anjo: Que vês? E eu disse: Vejo um rolo volante, que tem vinte côvados de comprido e dez côvados de largo.


A diagramação na escrituração dos rolos antigos obedecia às medidas: largura = 1 mão e altura = 1 côvado (medida antiga correspondente à distância do cotovelo à ponta do dedo médio). Geralmente os rolos eram guardados em vasos e eram enrolados até o final de leitura do Shabat, mostrando de onde começaria o seguinte. Os rolos de pergaminho e papiro foram utilizados no Antigo Testamento, porém não foi encontrado nenhum manuscrito original, todos os livros encontrados foram cópias manuscritas: os rolos das sinagogas e as cópias particulares.

Os rolos das sinagogas eram considerados “rolos sagrados”, pois eram submetidos a regras rigorosas para a sua execução. O rolo principal continha a Torah (Lei) e parte dos Nebhiim (profetas); em outros vinham os Kethubhim (Escritos) e os Megilloth para as festas anuais.


·        Idiomas do Antigo Testamento


A Bíblia foi escrita em aramaico, hebraico e grego.

O aramaico (siríaco) e hebraico são línguas semíticas e o grego, e posteriormente o latim, são de origem indo-europeia. Porém o alfabeto criado pelos fenícios facilitou em muito a linguagem escrita.

O aramaico era a língua dos sírios (VI a.C) tornando-se a língua geral de todo o Oriente Próximo.

O hebraico é uma língua pictórica, se expressa por metáforas, e foi bastante adequada para a expressão de Deus com seu povo. Além disso, o hebraico é uma língua pessoal. Apela diretamente ao coração e às emoções, e não apenas à mente e à razão. É uma língua onde a mensagem é mais sentida que meramente pensada.

O Novo Testamento também foi escrito em semítico. Jesus falava o aramaico, língua materna (Mateus 27; 46: E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?) (João 5; 2: Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres.). O hebraico influenciou mediante as suas expressões idiomáticas (exemplo, “e sucedeu que”). Porém foi o grego, que durante muito tempo foi considerada a língua do Espírito Santo, e foi mais utilizada. O latim emprestou alguns vocabulários como centurião, “legião”, etc.



·        Septuaginta (LXX)

É o nome da versão da Bíblia hebraica traduzida em etapas para o grego koiné, entre o século III a.C. e o século I a.C., em Alexandria.

Dentre outras tantas, é a mais antiga tradução da bíblia hebraica para o grego, lingua franca do Mediterrâneo oriental pelo tempo de Alexandre, o Grande.

A tradução ficou conhecida como a Versão dos Setenta (ou Septuaginta, palavra latina que significa setenta, ou ainda LXX), pois setenta e dois rabinos [1] (seis de cada uma das doze tribos) trabalharam nela e, segundo a tradição, teriam completado a tradução em setenta e dois dias.

A Septuaginta, desde o século I, é a versão clássica da Bíblia hebraica para os cristãos de língua grega [1] e foi usada como base para diversas traduções da Bíblia.

A Septuaginta inclui alguns livros não encontrados na bíblia hebraica. Muitas bíblias da Reforma Protestante seguem o cânone judaicoe excluem estes livros adicionais. Entretanto, católicos romanos incluem alguns destes livros em seu cânon e as Igrejas ortodoxasusam todos os livros conforme a Septuaginta. Anglicanos, assim como a Igreja oriental, usam todos os livros exceto o Salmo 151, e a bíblia do rei Jaime em sua versão autorizada inclui estes livros adicionais em uma parte separada chamada de *Apocrypha.


Fragmento da Septuaginta, do século I

A Septuaginta foi tida em alta conta nos tempos antigos. Fílon de Alexandria considerava-a divinamente inspirada. Além das traduções latinas antigas, a Septuaginta também foi a base para as versões em eslavo eclesiástico, para a Héxapla de Orígenes (parte) e para as versões armênia, georgiana e copta do Antigo testamento. De grande significado para muitos cristãos e estudiosos da Bíblia, é citada no Novo Testamento e pelos Padres da Igreja. Muito embora judeus não usassem a Septuaginta desde o século II, recentes estudos acadêmicos trouxeram um novo interesse sobre o tema nos estudos judaicos. Alguns dos pergaminhos do Mar Morto sugerem que o texto hebraico pode ter tido outras fontes que não apenas aquelas que formaram o texto massorético. Em vários casos, estes novos textos encontrados estão de acordo com a LXX. Os mais antigos códices da LXX (Vaticanus e Sinaiticus) datam do século IV.


·        Livros apócrifos

Os livros *apócrifos (grego: απόκρυφος; latim: apócryphus; português: oculto[1]), também conhecidos como Livros Pseudocanônicos, são os livros escritos por comunidades cristãs e pré-cristãs (ou seja, há livros apócrifos do Antigo Testamento) nos quais os pastores e a primeira comunidade cristã não reconheceram a Pessoa e os ensinamentos de Jesus Cristo por serem escritos após o I século e, portanto, não foram incluídos no cânon bíblico.

O termo "apócrifo" foi criado por Jerônimo, no quinto século, para designar basicamente antigos documentos judaicos escritos no período entre o último livro das escrituras judaicas, Malaquias e a vinda de Jesus Cristo. São livros que, segundo a religião em questão, não foram inspirados por Deus e que não fazem parte de nenhum cânon. São também considerados apócrifos os livros que não fazem parte do cânon da religião que se professa.

A consideração de um livro como apócrifo varia de acordo com a religião.[2] Por exemplo, alguns livros considerados canônicos pelos católicos são considerados apócrifos pelos judeus e pelos evangélicos (protestantes). Alguns destes livros são os inclusos na Septuaginta por razões históricas ou religiosas.[3] A terminologia teológica católica romana/ortodoxa para os mesmos é deuterocanônicos, isto é, os livros que foram reconhecidos como canônicos em um segundo momento (do grego, deutero significando "outro").[4] Destes fazem parte os livros de Tobias, Judite, I e II Macabeus, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico (também chamado Sirácide ou Ben Sirá), Baruc (ou Baruque) e também as adições em Ester e em Daniel - nomeadamente os episódios da História de Susana e de Bel e o dragão.

Os apócrifos são cartas, coletâneas de frases, narrativas da criação e profecias apocalípticas. Além dos que abordam a vida de Jesus ou de seus seguidores, cerca de 50 outros contêm narrativas ligadas ao Antigo Testamento.


·        Reforma Protestante 

Foi um movimento reformista cristão culminado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517[1][2] na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco Solas.[3]

Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeus provocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela Suíça, França, Países Baixos, Reino Unido, Escandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticose a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contrarreforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.

O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e os reformados ou protestantes, originando o protestantismo.


·        Pré-Reforma

A Pré-Reforma foi o período anterior à Reforma Protestante no qual se iniciaram as bases ideológicas que posteriormente resultaram na reforma iniciada por Martinho Lutero.

A Pré-Reforma tem suas origens em uma denominação cristã do século XII conhecida como valdenses, que era formada pelos seguidores de Pedro Valdo, um comerciante de Lyon que se converteu ao cristianismo por volta de 1174. Ele decidiu encomendar uma tradução da Bíblia para a linguagem popular e começou a pregá-la ao povo sem ser sacerdote. Ao mesmo tempo, renunciou à sua atividade e aos bens, que repartiu entre os pobres. Desde o início, os valdenses afirmavam o direito de cada fiel de ter a Bíblia em sua própria língua, considerando ser a fonte de toda autoridade eclesiástica. Eles reuniam-se em casas de famílias ou mesmo em grutas, clandestinamente, devido à perseguição da Igreja Católica Romana, já que negavam a supremacia de Roma e rejeitavam o culto às imagens, que consideravam como sendo idolatria.[4]

No seguimento do colapso de instituições monásticas e da escolástica nos finais da Idade Média na Europa, acentuado pelo Cativeiro Babilônico da igreja no papado de Avinhão, o Grande Cisma e o fracasso da conciliação, se viu no século XVI o fermentar de um enorme debate sobre a reforma da religião e dos posteriores valores religiosos fundamentais.

No século XIV, o inglês John Wycliffe,[5] considerado como precursor da Reforma Protestante, levantou diversas questões sobre controvérsias que envolviam o cristianismo, mais precisamente a Igreja Católica Romana. Entre outras ideias, Wycliffe queria o retorno da Igreja à primitiva pobreza dos tempos dos evangelistas, algo que, na sua visão, era incompatível com o poder político do papa e dos cardeais, e que o poder da Igreja devia ser limitado às questões espirituais, sendo o poder político exercido pelo Estado, representado pelo rei. Contrário à rígida hierarquia eclesiástica, Wycliffe defendia a pobreza dos padres e os organizou em grupos. Estes padres foram conhecidos como "lolardos". Mais tarde, surgiu outra figura importante deste período: Jan Huss. Este pensador tcheco iniciou um movimento religioso baseado nas ideias de John Wycliffe. Seus seguidores ficaram conhecidos como hussitas.


·        Protestantismo


Um dos pontos de destaque da reforma é o fato de ela ter possibilitado um maior acesso à Bíblia, graças às traduções feitas por vários reformadores (entre eles o próprio Lutero) a partir do latim para as línguas nacionais.[80] Tal liberdade fez com que fossem criados diversos grupos independentes, conhecidos como denominações. Nas primeiras décadas após a Reforma Protestante, surgiram diversos grupos, destacando o luteranismo, que foi o grupo originador do movimento de Reforma da Igreja Católica e as Igrejas Reformadas ou calvinistas (presbiterianismo e congregacionalismo). Nos séculos seguintes, surgiram outras denominações com destaque para os batistas e os metodistas.

A seguir, uma tabela ilustrando o surgimento das diferentes correntes ou ramos do protestantismo através dos séculos.

Ramos do protestantismo



Referências:
Bíblia de Estudo Pentecostal
SBB (Sociedade Bíblica do Brasil)
Wikipédia



Que Deus em Cristo vos Abençoe!

Fraternalmente,
Erica Carla

No hay comentarios.: